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Consulte sempre o manual do veículo, onde a montadora informa a viscosidade e as especificações corretas do óleo.
Você também pode usar o Busque Seu Óleo no site da Valvoline ou o app Valvoline Global Brasil para encontrar a recomendação ideal para o seu carro.
O mais importante é seguir as especificações exigidas pela montadora, como viscosidade SAE, classificação API/ACEA/ILSAC e demais normas indicadas no manual.
Em caso de dúvida, consulte o Busque Seu Óleo Valvoline ou o app Valvoline Global Brasil.
Usar um óleo fora das especificações da montadora pode comprometer a lubrificação, aumentar o desgaste das peças e prejudicar a performance do motor.
Em alguns casos, também pode causar formação de borra, aumento no consumo de óleo ou danos internos.
Por isso, é essencial seguir a viscosidade e as normas indicadas no manual do veículo.
A diferença está na base do lubrificante e no nível de desempenho.
O mineral tem origem no refino do petróleo. O semissintético combina bases minerais e sintéticas. Já o sintético passa por processos mais avançados, oferecendo maior estabilidade, proteção e performance.
A escolha ideal deve seguir sempre as especificações do manual do veículo.
Sim. O app Valvoline Global Brasil ajuda a encontrar lubrificantes recomendados para motor e transmissão, a partir dos dados do veículo.
O app contempla veículos de 2013 a 2023.
SAE é a classificação que indica a viscosidade do óleo, ou seja, sua capacidade de fluir em diferentes temperaturas.
É por isso que vemos códigos como 0W-20, 5W-30 ou 10W-40 na embalagem.
A viscosidade correta deve seguir a recomendação do manual do veículo, para garantir lubrificação adequada e proteção do motor.
API é uma classificação que indica o nível de desempenho e proteção do óleo para o motor.
Ela mostra se o lubrificante atende aos requisitos técnicos para determinados tipos de motores, como gasolina, flex, etanol ou diesel.
Ao escolher o óleo, é importante seguir a classificação API indicada no manual do veículo.
A classificação API mais atual para motores a gasolina é a API SQ, lançada em 2025 para suceder a API SP. Ela foi desenvolvida para atender às demandas de motores modernos, com foco em proteção, controle de depósitos, eficiência e desempenho.
No Brasil, essa classificação também pode ser considerada para motores flex e etanol, desde que o óleo atenda às especificações indicadas pela montadora.
Mesmo com uma classificação mais recente, a escolha correta deve seguir sempre o manual do veículo, incluindo viscosidade SAE e demais normas exigidas.
ACEA é uma classificação europeia que define requisitos de desempenho, proteção e eficiência para óleos de motor.
Ela indica se o lubrificante atende a determinadas exigências técnicas para motores a gasolina, diesel, veículos leves ou pesados.
Na hora da escolha, siga sempre a especificação ACEA indicada no manual do veículo.
ILSAC é uma especificação internacional para óleos de motores de veículos leves, com foco em proteção do motor, economia de combustível e controle de emissões.
Ela costuma aparecer em classificações como GF-6 ou GF-7. A mais atual é a ILSAC GF-7, vigente desde 2025.
A API SQ é a categoria mais recente da API para óleos de motores a gasolina, criada para suceder a API SP.
Ela mantém avanços importantes da API SP, como proteção contra LSPI, desgaste, oxidação e depósitos, mas traz testes e requisitos atualizados para motores modernos.
Na prática, representa um novo nível de desempenho, especialmente para motores mais eficientes, turbinados, de injeção direta e de baixa viscosidade.
JASO é uma especificação usada em lubrificantes para motos, especialmente em motores 4 tempos.
Ela indica se o óleo atende às necessidades do motor, da transmissão e da embreagem, que em muitas motos trabalham com o mesmo lubrificante.
Para motos com embreagem úmida, por exemplo, é importante usar óleos com especificação JASO MA ou MA2, quando indicado no manual.
LSPI é a sigla para pré-ignição em baixa rotação, uma combustão fora do momento ideal que pode ocorrer em motores modernos, principalmente turbo e com injeção direta.
Esse fenômeno pode gerar ruídos, perda de desempenho e, em casos mais severos, danos ao motor.
Por isso, é importante usar um óleo que atenda às especificações indicadas pela montadora e ofereça proteção contra LSPI.
A troca deve seguir o prazo indicado no manual do veículo, considerando quilometragem ou tempo, o que ocorrer primeiro.
Em casos de uso severo, como trânsito intenso, trajetos curtos frequentes, poeira, carga pesada ou altas temperaturas, a troca pode precisar ser antecipada.
A troca deve seguir o que ocorrer primeiro: quilometragem ou tempo, conforme indicado no manual do veículo.
Mesmo que o carro rode pouco, o óleo envelhece com o tempo e pode perder eficiência.
Em caso de uso severo, a troca pode precisar ser antecipada.
Uso severo é quando o veículo trabalha em condições que exigem mais do motor, como trânsito intenso, trajetos curtos frequentes, poeira, altas temperaturas, carga pesada, reboque ou operação constante em condições exigentes.
Em estrada, pode ser considerado uso severo quando há carga elevada, serras, poeira ou longos períodos de operação contínua.
Sim, o recomendado é trocar o filtro de óleo a cada troca de óleo, seguindo a orientação do manual do veículo.
O filtro retém impurezas geradas durante o funcionamento do motor. Se ele estiver saturado, pode comprometer a circulação do óleo novo e reduzir a eficiência da lubrificação.
Trocar óleo e filtro juntos ajuda a manter a proteção e a limpeza do motor.
Sim. Mesmo com pouca quilometragem, o óleo envelhece com o tempo e pode perder eficiência.
Por isso, a troca deve seguir o prazo indicado no manual do veículo, considerando tempo ou quilometragem, o que ocorrer primeiro.
Carros que ficam muito parados também precisam de manutenção preventiva.
Não. Completar o óleo apenas ajusta o nível, mas não renova as propriedades do lubrificante.
Com o uso, o óleo perde eficiência e acumula impurezas. Por isso, a troca deve seguir o prazo indicado no manual do veículo.
Se o nível baixar com frequência, procure uma oficina de confiança para verificar possíveis vazamentos ou consumo excessivo.
Uma pequena variação no nível pode acontecer, dependendo do motor, da quilometragem e das condições de uso.
Mas é preciso atenção se o óleo baixa com frequência, se há vazamentos, fumaça no escapamento, cheiro de óleo queimado ou necessidade constante de completar.
Nesses casos, procure uma oficina de confiança para verificar o motor e evitar danos maiores.
API CK-4 é uma classificação de desempenho para óleos de motores diesel, especialmente usados em veículos pesados, como caminhões, ônibus e máquinas.
Ela indica que o lubrificante atende a requisitos de proteção contra desgaste, oxidação, depósitos e perda de viscosidade.
Na maioria dos casos, não é recomendado. Muitas motos usam o mesmo óleo para lubrificar o motor, a transmissão e a embreagem.
Por isso, o óleo precisa atender às especificações indicadas no manual, como JASO MA ou MA2, quando exigido.
Use sempre um lubrificante próprio para moto e compatível com a recomendação da fabricante.
JASO MA2 é uma especificação para óleos de motos 4 tempos com embreagem úmida.
Ela indica que o lubrificante oferece o atrito adequado para o bom funcionamento da embreagem, ajudando a evitar patinação e perda de desempenho.
A troca do fluido do câmbio automático deve ser avaliada por uma oficina especializada, considerando o modelo do veículo, a quilometragem, o tipo de uso e a condição do fluido.
Com o tempo, o fluido pode perder eficiência e comprometer o funcionamento da transmissão.
Use sempre um fluido compatível com a especificação exigida para o câmbio do veículo.
ATF significa Automatic Transmission Fluid, ou fluido para transmissão automática.
Ele é responsável por lubrificar, refrigerar, proteger e auxiliar o funcionamento do câmbio automático.
Cada transmissão exige um tipo específico de ATF. Por isso, use sempre um fluido compatível com a especificação do veículo.
DCT significa Dual Clutch Transmission, ou transmissão de dupla embreagem.
Esse sistema usa duas embreagens para realizar trocas de marcha mais rápidas e eficientes, combinando características de câmbio manual e automático.
Por ter funcionamento específico, exige fluido compatível com a especificação do veículo.
O óleo de motor lubrifica, protege e ajuda a controlar a temperatura dos componentes internos do motor.
Já o fluido de transmissão atua no câmbio, ajudando na lubrificação, refrigeração e funcionamento das trocas de marcha.
Cada sistema exige um produto específico. Por isso, nunca substitua um pelo outro e use sempre a especificação correta para o veículo.
Sim. Carros híbridos com motor a combustão também usam óleo de motor.
Mesmo que o veículo tenha sistema elétrico, o motor a combustão precisa de lubrificação adequada para proteção, limpeza e controle de temperatura.
Sim. Mesmo sem motor a combustão, carros elétricos podem usar lubrificantes e fluidos específicos em sistemas como transmissão, engrenagens, rolamentos e arrefecimento.
Esses produtos ajudam na proteção, eficiência e controle de temperatura dos componentes.
Sim, podem precisar. Motores downsizing costumam ser menores, mais eficientes e, muitas vezes, turbinados, trabalhando com maior pressão e temperatura.
Por isso, geralmente exigem óleos de baixa viscosidade e alta performance, com especificações que ajudam na proteção contra desgaste, oxidação e LSPI.
Óleo de baixa viscosidade é um lubrificante mais fluido, como 0W-20, 0W-30 ou 5W-30, dependendo da especificação do veículo.
Ele ajuda o óleo a circular mais rápido pelo motor, contribuindo para proteção, eficiência e economia de combustível.
Motores modernos podem exigir esse tipo de óleo, mas a escolha deve seguir sempre a recomendação da montadora.
Proteção contra LSPI significa que o óleo foi desenvolvido para ajudar a reduzir o risco de pré-ignição em baixa rotação, fenômeno que pode ocorrer em motores modernos, principalmente turbo e com injeção direta.
Essa proteção ajuda a preservar o motor contra combustões fora do tempo ideal, que podem causar perda de desempenho e danos internos.
Entre em contato com a Valvoline Brasil pelos canais oficiais do site para receber orientação comercial.
A equipe responsável poderá direcionar sua solicitação conforme o seu perfil, região e tipo de atuação, seja oficina, revenda ou distribuidor.
Também é possível consultar os distribuidores autorizados para encontrar o atendimento mais próximo.
Sim, é possível trocar óleo mineral por sintético, desde que o novo óleo atenda às especificações exigidas pela montadora, como viscosidade SAE e classificação API/ACEA/ILSAC.
A troca por si só não forma borra. A borra geralmente está ligada a falta de manutenção, uso de óleo inadequado, excesso de prazo na troca ou condições severas de uso.
Em caso de motor antigo, muito rodado ou com histórico de manutenção incerto, procure uma oficina de confiança antes da troca.
Sim. Um óleo de qualidade, quando atende às especificações corretas do veículo, ajuda a reduzir o desgaste, controlar a temperatura, manter o motor limpo e proteger os componentes internos.
Mas a vida útil do motor também depende da troca no prazo certo, do filtro adequado e da manutenção preventiva.
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